Com 4,6 bilhões de visualizações no YouTube, turnê na Europa e a música mais ouvida de 2025, o quarteto brasiliense prova que o pagode não tem limite geográfico.
Em 2016, quatro músicos de Brasília decidiram que o pagode precisava de um endereço novo. Dessa forma, escolheram o Planalto Central em vez do tradicional eixo Rio-São Paulo. O que parecia uma aposta arriscada se tornou, entretanto, um dos maiores fenômenos da música brasileira em menos de dez anos, consolidando o Grupo Menos é Mais.
Atualmente, o Grupo Menos é Mais chega ao auge com números impressionantes. Para se ter uma ideia, são mais de 4,6 bilhões de visualizações no YouTube e 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify, além de uma legião de 4 milhões de seguidores no Instagram que acompanham o melhor do pagode.
A música que parou o Brasil
Se você precisasse escolher uma música que definiu o pagode em 2025, a resposta seria simples: “P do Pecado”, a parceria explosiva do Grupo Menos é Mais com Simone Mendes. Isso porque o hit cruzou fronteiras de gênero e apareceu em playlists de sertanejo, funk e pop, tornando-se a trilha sonora oficial de resenhas em todo o país.
Além disso, o projeto MOLHO (Ao Vivo) consolidou esse momento especial para o Grupo Menos é Mais. Nesse sentido, faixas como “Pela Última Vez”, com Nattan, mostram que o grupo domina a arte de escolher parceiros que ampliam seu alcance sem diluir sua identidade original no pagode.
Europa e a Tour Puro Suco do Brasil
A agenda internacional também segue em ritmo acelerado, levando o Grupo Menos é Mais de volta à Europa. Portanto, apresentações já estão confirmadas na Super Bock Arena (Porto) e na MEO Arena (Lisboa). Vale ressaltar que os ingressos esgotaram rapidamente, refletindo o sucesso global do pagode brasiliense.
O que o Menos é Mais representa para o pagode
Ao trazer o pagode para Brasília e depois levá-lo para a Europa, o Grupo Menos é Mais provou que o gênero não pertence a um lugar específico — mas sim a uma sensação universal.
Finalmente, o single mais recente, “Nem Pagando” com Henrique Casttro, reforça essa estratégia de expansão. Assim, o Grupo Menos é Mais continua a usar a mesma fórmula de sucesso que transformou quatro músicos brasilienses na verdadeira banda sonora do Brasil.
Por Fagner Rocha
@fagnerrochaaa | @portalconexaoativa
Portal Conexão Ativa






