Em ato do PL Mulher, Jordy diz estar à disposição para o Senado, mas prioriza eleger Douglas Ruas e Flávio Bolsonaro

Em ato do PL Mulher em Niterói, ao lado da esposa e presidente da ala feminina do partido na cidade, Laís Jordy, o deputado levou às mulheres presentes uma mensagem clara sobre o futuro do Brasil e da própria direita fluminense. Mais do que falar de conjuntura, Jordy abriu o coração sobre sua disposição em assumir qualquer missão que fortaleça o projeto conservador, deixando evidente que está preparado para ir além da Câmara dos Deputados se essa for a vontade do partido e da base.

Durante o encontro, Jordy destacou que a mobilização feminina é peça decisiva na batalha política que vem pela frente. Ao conversar com as participantes sobre família, educação, segurança e valores, reforçou que o PL precisa de mulheres ativas, firmes e organizadas para defender o que acredita nas urnas e na sociedade. Laís, à frente do PL Mulher em Niterói, tem assumido esse papel, puxando debates sobre proteção das crianças e fortalecimento da família, e a presença do deputado ao lado dela reforça a ideia de que o projeto é de união familiar e política.

Em meio a esse ambiente de entusiasmo, Jordy foi perguntado sobre seu futuro e falou diretamente sobre Douglas Ruas e sobre Flávio Bolsonaro. Disse que está à disposição “para o que for melhor para o partido”, seja no apoio à eleição de Douglas, seja na caminhada que coloca Flávio como referência nacional do bolsonarismo. Para ele, o momento exige menos divisão e mais foco: a direita precisa caminhar junta para enfrentar uma disputa dura e só terá chance real se se mostrar organizada, com cada liderança ocupando o lugar em que pode contribuir mais.

Nesse ponto, o deputado não fugiu da pergunta sobre o Senado. Jordy reconheceu que existe, sim, uma possibilidade concreta de vir para a disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro. E explicou que não vê essa hipótese como um projeto pessoal apenas, mas como uma forma de colocar sua experiência e sua história de fidelidade ao lado de Bolsonaro a serviço do Brasil em uma casa que tem peso decisivo nos grandes debates nacionais. Na avaliação dele, um senador com trajetória marcadamente bolsonarista e raízes em Niterói e no estado pode ser fundamental para segurar pautas de direita, proteger a família e enfrentar decisões que mexem com o cotidiano do cidadão comum.

Ao falar disso, o tom não foi de vaidade, mas de responsabilidade. Jordy lembrou que, desde o início, esteve com Bolsonaro nos momentos mais difíceis, em defesa de pautas que muita gente dizia que não tinham chance e que hoje fazem parte da identidade de milhões de brasileiros. Sua leitura é simples: se o partido entender que a melhor forma de contribuir é disputar o Senado, ele está pronto. Se a missão for outra, como buscar nova eleição na Câmara ou assumir uma função de articulação em torno de Flávio Bolsonaro, ele também está pronto.

Para quem acompanha a política do Rio, esse tipo de declaração não passa despercebido. No mesmo ato, Laís Jordy se apresenta como pré‑candidata à Assembleia Legislativa, reforçando o papel das mulheres na defesa de valores conservadores e na proteção da infância. A construção conjunta de um projeto em que ele pode ir ao Senado e ela à Alerj cria uma imagem de família que não apenas fala de política, mas coloca o tema em prática: marido e esposa dispostos a enfrentar disputas duras para defender aquilo em que acreditam.

Nesse sentido, o ato do PL Mulher em Niterói funcionou como mais do que um encontro interno: foi uma espécie de “pré‑ensaio” do que pode ser uma mensagem forte para 2026. De um lado, Flávio Bolsonaro se coloca como nome nacional para liderar a direita; de outro, quadros como Jordy se posicionam como representantes firmes desse projeto em seus estados, com histórias de lealdade e militância que falam diretamente à base. E, ao lado disso, mulheres como Laís ocupam espaço real, mostrando que a defesa da família e das crianças não é apenas discurso, mas pauta concreta na política.

Para o eleitor conservador fluminense que busca representantes coerentes, a combinação é clara: um deputado que não esconde seu compromisso com o bolsonarismo e diz estar pronto para o Senado, uma líder feminina que se coloca à frente da mobilização das mulheres e uma fala direta sobre colocar o partido e o projeto acima da vaidade pessoal. O recado que ficou do encontro é justamente esse: se a direita do Rio precisar de Jordy no Senado e de Laís na Alerj, ambos já assumiram publicamente que estão preparados para a missão, com a convicção de que podem fazer diferença real na defesa das famílias e dos valores que representam.

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